Em Salto, ele é pernilongo. Em outras partes do país, pode ser muriçoca, carapanã ou maruim. Não importa o nome: aquele zumbido no ouvido no meio da noite é reconhecido por qualquer brasileiro. Neste artigo, a Detecta, que atende Salto e região, conta de onde vêm tantos nomes para o mesmo inseto e, mais importante, por que ele merece atenção.
Um país continental, muitos nomes
O português falado no Brasil carrega marcas dos diversos povos que participaram da formação do país. Some a isso um território de dimensões continentais e o resultado é uma enorme variedade de palavras para designar a mesma coisa, de alimentos a insetos. Como gostam de dizer os gramáticos, a língua é viva, e a disputa entre pernilongo e muriçoca está aí para provar.
O que descobriu a pesquisa
Se fossem apenas duas palavras, seria simples. Um estudo realizado na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) analisou como os moradores de 25 capitais brasileiras chamam o famoso mosquito. As pesquisadoras encontraram seis variantes:
- De origem tupi: carapanã, muriçoca e maruim (ou muruim), mais usadas nas regiões Norte e Nordeste.
- De base portuguesa: pernilongo, mosquito e praga, mais comuns no Sudeste, no Sul e no Centro-Oeste.
No interior paulista, como em Salto e nas cidades vizinhas, pernilongo e mosquito são de longe os termos mais ouvidos.
Nomes diferentes, o mesmo risco
Seja qual for o apelido, de norte a sul o mosquito representa uma ameaça à saúde, sobretudo nos meses mais chuvosos, quando a água parada favorece a reprodução. Espécies como o Aedes aegypti seguem espalhando doenças pelo país.
Os números do Ministério da Saúde mostram a gravidade: só em 2020 foram registrados 979 mil casos suspeitos de dengue no Brasil, quase 80 mil notificações de chikungunya, mais de 7 mil de zika e 19 de febre amarela.
Como reduzir os mosquitos em casa e na empresa
A principal arma contra o mosquito é eliminar os locais onde ele se reproduz. Algumas atitudes simples fazem diferença:
- não deixar água acumulada em vasos, pratinhos, pneus, garrafas e baldes;
- manter caixas d’água, cisternas e tonéis bem tampados;
- limpar calhas e ralos com frequência;
- instalar telas em janelas e portas;
- verificar áreas pouco usadas, como lajes, depósitos e quintais.
Controle de mosquitos em Salto e região
Se a infestação já está grande e você não sabe por onde começar, a Detecta pode ajudar. Com 35 anos de experiência da rede em controle de pragas, atendemos residências, condomínios, comércios e indústrias em Salto, Itu, Indaiatuba, Sorocaba e cidades vizinhas. Fale com a gente pelo WhatsApp (11) 94118-9237 ou pelo e-mail contato@detectasalto.com.br.
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