Em galpões, centros de distribuição, indústrias e prédios comerciais, os pombos costumam ser vistos como parte da paisagem. Mas, quando se instalam em telhados, docas de carga e descarga ou estruturas metálicas, deixam de ser apenas aves urbanas e passam a gerar prejuízos. Eles deslocam e quebram telhas, entopem calhas com ninhos e deixam fezes que, com o tempo, corroem materiais de construção. Para empresas de Salto e região, controlar a presença dessas aves é uma questão de conservação do patrimônio e de saúde.
Os riscos dos pombos para a saúde
O problema não é só estrutural. Os pombos podem carregar pulgas, ácaros, carrapatos, piolhos e outros insetos capazes de transmitir doenças às pessoas. Por isso, o ideal é adotar medidas de controle e manejo de forma preventiva, antes que a população de aves cresça e o ambiente fique comprometido.
De onde vem o pombo das cidades
O pombo doméstico (Columba livia) é a espécie mais familiar para quem vive em áreas urbanas. Ele descende de cruzamentos seletivos do chamado pombo-das-rochas, uma espécie selvagem. A relação dessas aves com o ser humano é antiga: há registros de convivência desde o Egito Antigo, e no Brasil sua história se liga até à chegada da família real portuguesa.
Essa longa convivência explica por que os pombos se adaptaram tão bem às cidades. Prédios, marquises e telhados reproduzem, de certa forma, os penhascos onde seus ancestrais viviam, e a oferta de alimento nas ruas completa o cenário ideal para eles.
Quando a população de pombos vira problema
Alimentar pombos é um hábito comum em praças e calçadas, mas o excesso de aves em um mesmo local pode se transformar em um sério problema de saúde pública. Fezes e penas acumuladas entopem sistemas de drenagem, danificam equipamentos e representam risco de contaminação da água e dos alimentos, o que é especialmente preocupante em indústrias e estabelecimentos do setor alimentício.
Controle de pombos e saúde pública
O controle dos pombos é fundamental para reduzir riscos à população. De acordo com a Rede Criptococose no Brasil (RCB), a criptococose, doença associada aos pombos, causa centenas de milhares de casos e mortes todos os anos. A Detecta apoia empresas e gestores públicos no enfrentamento desse problema, com estratégias e soluções eficazes para cada tipo de ambiente.
Como saber se há infestação de pombos
Quanto antes os sinais forem percebidos, mais simples tende a ser a solução. Fique atento a:
- pombos pousados com frequência em telhados, beirais e estruturas;
- barulho constante de asas e arrulhos;
- ninhos em vãos, forros e calhas;
- mercadorias ou estoques danificados ou sujos;
- acúmulo de fezes em pontos específicos;
- restos de ninhos e penas entupindo calhas e ralos.
Onde procurar os sinais
Os pombos preferem edificações altas e telhados planos para fazer ninhos. Varandas, parapeitos, chaminés e calhas também são locais muito procurados. Vale lembrar que qualquer abertura com mais de 25 mm já pode servir de entrada para essas aves, por isso vãos em telhados, forros e fachadas merecem atenção especial durante uma inspeção.
Manejo de pombos com quem entende do assunto
A Detecta é especialista em manejo de pombos e trabalha com diferentes sistemas e métodos anti-pombo, que não machucam as aves e não atrapalham a rotina da sua empresa. Com 35 anos de experiência, a unidade Salto atende indústrias, comércios, condomínios e residências em Salto, Itu, Indaiatuba, Sorocaba, Porto Feliz, Boituva, São Roque e Mairinque.
Solicite uma avaliação pelo WhatsApp (11) 94118-9237 ou pelo e-mail contato@detectasalto.com.br.
Precisa de ajuda para resolver esse problema?
Converse com um especialista da Detecta e solicite um orçamento sem compromisso.




